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Como o teste genético ajuda no tratamento contra a obesidade

Você já se perguntou porque as pessoas respondem de maneira tão diferentes as dietas? Quem aí já pegou uma dieta com amigo que teve resultado com ela mas que para você não deu certo? Tudo isso porque existe a individualidade genética, não é aquela dieta específica que vai ser a melhor para todo mundo.

Em 2003 com a conclusão do Projeto Genoma, se descobriu várias coisas relacionadas ao funcionamento do organismo humano. Podemos entender melhor a nutrigenômica, isto é, como o alimento e as substâncias presentes nele (vitaminas, minerais, fitoquimicos) vão modificar a expressão do nosso DNA e como ele vai se comportar para saúde ou para doença.

A Nutrigenética é a ciência que estuda nossas variações genéticas, em relação à dieta. A individualidade faz com que tenhamos metabolismos muito diferentes.

Os testes genéticos vão avaliar justamente esses “defeitos” que herdamos dos nossos pais. Existem várias classes de genes da obesidade: o que dificulta a quebra de gordura, o que faz maior acúmulo de gordura, o gene da compulsão, o do baixo metabolismo… E através do resultado desses polimorfismos genéticos podemos conseguir personalizar uma dieta, colocando alimentos e fitoquimicos que vão modular esses genes para que eles não sejam expressos. Podemos observar também os metabolizadores lentos ou rápidos de cafeína (por isso que alguns sentem bem com café e outros não) além de ver a real necessidade de retirar o glúten da alimentação.

No teste genético para o esporte podemos ver que tipo de fibra muscular o seu gene tem resposta melhor, podendo orientar que tipo de exercício será melhor pra você, assim como risco de lesões e necessidade de fortalecimento!

Na prática clínica os testes genéticos já são mais do que uma realidade, para não ficarmos confusos diante de tantas informações controversas em torno da nutrição. É de fácil execução, colhido através da saliva no consultório. É fato que a maioria das coisas se resolvem com estratégias mais simples: boa alimentação, atividade física e bom sono, mas ele funciona como coadjuvante bem importante no tratamento nutricional, suplementação em doses mais corretas e condução do treino e tipo de exercício. Quando sabemos onde está o problema, fica muito mais fácil poder seguir a dieta, manter um treino com resultados! A aderência do paciente é muito melhor, já que os resultados são mais acertados.

Mas e aí, o investimento vale a pena? Quando bem interpretado é claro que vale! De nada adianta fazer o exame se não souber o que fazer com ele… associar sinais e sintomas junto ao resultado do teste genético é de fundamental importância para não se jogar dinheiro fora. E outro ponto importante e que sempre focamos: equipe multidisciplinar! Nutrólogo, nutricionista, médico do esporte, fisioterapeuta, educador físico!

 

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